Árvore centenária que é Patrimônio Cultural do Brasil tomba em Icó

  







                               Árvore centenária que é Patrimônio Cultural do Brasil tomba em Icó - Imagem: Portal Icó News

Um tamarineiro centenário localizada na rua Desembargador José Basto, centro historico icoense tombou na manhã de hoje (15). A árvore estava comprometida pelo tempo e não resistiu ao vento e à chuva dos últimos dias. A árvore gigante, tombou sem atingir nenhuma pessoa ou veículo que passava pela rua.

De acordo com Superintêndencia do Meio Ambiente (Sudema) foi acionadas equipes técnicas ao local do Corpo de Bombeiros, Associação de Apicultores e Cotran. "Devido à queda das árvores, houve uma infestação de abelhas e alguns moradores e curiosos que estavam no local poderiam se machucar. Para não correr este risco, acionamos o Cotran para isolar a área e o Corpo de Bombeiros, juntamente, com a Associação de Apicultores, para tomarem as devidas providências", informou a secretária da pasta, Vereneide Andrade.

A Sudema também solicitou à Secretaria de Infraestrutura a retirada das espécies do local.

Os tamarineiros centenários de Icó, é um patrimônio natural tombando dentro do sitio histórico icoense pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e já chega a mais de 200 anos.

Historia dos Tamarineiros de Icó

Tamarineiras viram motivo de briga entre Barão do Crato e Dona Glória.

Temido por todos, o Barão não frequentava a sociedade e sempre estava envolto em disputas políticas como que buscando descarregar sua infelicidade. Mas uma mulher, Dona Glória Dias, descendente do Visconde do Icó, resolveu enfrentá-lo. Insatisfeito com duas tamarineiras que serviam de abrigo e sombra para viajantes, incomodado com o barulho e o mau cheiro dos animais o Barão ordenou que fossem arrancadas. Dona Glória adquiriu uma carroça de pólvora e informou ao Barão que caso fizesse isso ela faria seu sobrado voar pelos ares. Sabedor que promessa de Glórias Dias era coisa certa de ser cumprida, o Barão recuou.

A carroça de pólvora foi doada para os festejos de Senhor do Bonfim, para serem transformados em fogos de artifício. Desta briga nasceu a tradição de comemorar todos os anos com muitos fogos a data (6 de janeiro) em homenagem ao santo.

O conto é popular, não existe nenhum documento que comprove a historia.




     Portal Icó News 

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