Missão, partido de Renan Santos, lança pré-candidato ao Senado pelo Ceará

Blog do  Amaury Alencar
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O Partido Missão anunciou nomes ao Senado e à Câmara Federal pelo Ceará para as eleições de 2026. A legenda, recém-criada, fará um evento nesta quinta-feira (7), às 19h, em uma pizzaria no Bairro de Fátima, em Fortaleza, para o lançamento da pré-candidatura de Huggo Leonardo a senador. Ele é delegado da Polícia Civil do Ceará (PCCE) e policial militar da reserva.

Estarão presentes na ocasião o presidente estadual da sigla, o influenciador Pedro Arthur, o deputado estadual por São Paulo, Guto Zacarias, além de líderes e apoiadores da agremiação partidária.

Com raízes no Movimento Brasil Livre (MBL), o Missão é classificado no campo da direita ou extrema direita. O partido teve sua criação aprovada por unanimidade pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em novembro de 2025, após atingir o número mínimo de assinaturas válidas exigidas pela Justiça Eleitoral para a solicitação de registro partidário. 

No Ceará, além do Delegado Huggo Leonardo, a legenda também anunciou nomes para a eleição de deputado federal no Ceará, entre eles, o influenciador Gabriel Carvalho.

A sigla não descarta lançar um nome para a disputa pelo Governo do Estado. A nível nacional, o partido tem Renan Santos como pré-candidato a presidente da República; ele é fundador do MBL e atual e primeiro presidente do Missão. 

PRÉ-CAMPANHA DE RENAN SANTOS A PRESIDENTE

O político adota um discurso crítico ao que ele classifica como “hegemonia política e cultural” dos partidos tradicionais, se opondo tanto ao Partido dos Trabalhadores (PT) quanto ao bolsonarismo. Em sua pré-campanha, Renan tem dado destaque ao tema da segurança pública e o combate às organizações criminosas. Ele já defendeu “prender e matar” os líderes de facções.

Renan esteve no Ceará em dezembro de 2025, quando foi ao município de Saboeiro participar de um ato em homenagem à cozinheira Antônia Ione Rodrigues da Silva, conhecida como “Bira”, assassinada em outubro do ano passado por membros do Comando Vermelho por se recusar a envenenar a comida de policiais. 

Durante o ato, o presidenciável protestou contra a facção criminosa e defendeu penas mais rígidas para crimes hediondos.

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