
Se esses número se juntarem ao de pessoas que vivem na pobreza, com renda entre R$ 89,01 e R$ 178 por mês, são mais de 153 mil pessoas no Crajubar.
Apesar de assustador, duas das três maiores cidades do Cariri vão na contramão do Estado, pelo menos no comparativo entre mês de junho de 2018 e o mesmo mês deste ano. Em todo o Ceará, 31,7 mil pessoas entraram para a extrema pobreza, já no Crajubar, são 3.666 a menos nesse ranking.
Só em Juazeiro do Norte, quase 4 mil pessoas abandonaram a extrema pobreza. Em Barbalha, são 110 a menos. Crato foi a única que acabou seguindo a tendência estadual, e somou mais 409 pessoas na extrema pobreza.
Dados estaduais
O Ceará ocupa a quarta posição entre os estados com os maiores índices de extrema pobreza, contabilizando 1.027.487 pessoas. As três primeiras colocações são ocupadas pela Bahia, São Paulo e Pernambuco.
Agravando a situação, na última semana, foi aprovado o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias que fixa o salário mínimo do próximo ano em R$ 1.040, o que não representa ganho real acima da inflação.
Badalo