
Dagmar Grangeiro era muito conhecido e querido no Cariri (Foto: Reprodução)
Demontier Tenório
O oficial investigador da Polícia Civil Dagmar Grangeiro Cruz morreu na madrugada deste domingo (04) aos 81 anos no Hospital Geral de Brejo Santo. Ele nasceu em Barbalha no dia 7 de agosto de 1944 e o corpo está sendo velado na Sala Saudade do Centro de Velório Anjo da Guarda, com sepultamento previsto para as 18 horas de hoje no Cemitério de Porteiras.
Durante cinco décadas trabalhou em delegacias dos municípios que formam o Triângulo Crajubar até se aposentar aos 70 anos de idade após relevantes serviços prestados em prol da segurança pública no Cariri. Dagmar residiu por muitos anos na Avenida Tenente Antonio Sales (Novo Juazeiro) e era irmão do Coronel PM da Reserva Dário Grangeiro, que faleceu ano passado em Fortaleza.
Dagmar era tabagista e morreu em consequência de complicações pulmonares, sendo que já residia no centro de Porteiras terra natal da segunda esposa com a qual teve a funcionária pública municipal Dagmara Grangeiro e Betinho servidor do poder judiciário. Do relacionamento anterior, tivera o autônomo Júnior, Paulo Sérgio e Débora, residentes em São Paulo, e mais Pedro Neto.
Para o Escrivão da Polícia Civil, Lúcio Lourenço, com quem trabalhou durante anos, Dagmar era muito querido por todos os companheiros. Inclusive, no último mês de novembro, ele coordenou uma comitiva que esteve em Porteiras para visitá-lo já bastante doente. Como definiu, foi uma tarde de lazer e recordações. Já o delegado Marcos Antonio dos Santos, disse que Dagmar era um apaixonado pela Polícia Civil.