
O lateral-esquerdo Felipe Jonatan acionou o Fortaleza na Justiça do Trabalho e solicitou a rescisão indireta do contrato, alegando atrasos em pagamentos e assédio moral. O valor da causa é de R$ 5,3 milhões. O atleta está atualmente
Na ação, a defesa do jogador afirma que o clube deve dois meses de salário, além do 13º salário integral, férias proporcionais, FGTS referente ao mês de dezembro, a multa de 40% do FGTS e duas parcelas de luvas acordadas no momento da contratação.
Além dos valores em atraso, Felipe Jonatan pede indenização de R$ 180 mil por assédio moral e mais de R$ 3 milhões relacionados à rescisão indireta do vínculo. O contrato com o Fortaleza é válido até abril de 2027, enquanto o empréstimo ao Mirassol se estende até o fim do Campeonato Paulista.
O suposto assédio moral relatado no processo se refere ao afastamento do jogador das atividades com o restante do elenco, situação que a defesa classifica como segregação profissional.
O advogado de Felipe Jonatan — o mesmo que representa o lateral Bruno Pacheco, que também move ação contra o clube — afirma que houve tentativa de solução amigável, com proposta de acordo e rescisão contratual, mas que o Fortaleza não aceitou quitar os valores pendentes.