
Ângela Suyany Rodrigues Matos, 32 anos, teve sua casa invadida e foi morta a tiros e facadas (Foto: Reprodução)
A pacata cidade de Nova Olinda, no coração da região do Cariri cearense, amanheceu em estado de choque neste sábado (10) após um crime bárbaro que rompeu a tranquilidade da madrugada. Por volta das 3h30, moradores do bairro Piçarreira despertaram assustados com o som de tiros vindos de uma residência na Rua Raimundo Pereira Damasceno.
Dentro do imóvel, Ângela Suyany Rodrigues Matos, de apenas 32 anos, foi encontrada sem vida em uma cena que os policiais militares classificaram como “extremamente cruel e perturbadora”. Segundo as primeiras informações, sua casa foi invadida por criminosos ainda não identificados, que a executaram com tiros e golpes de faca. A brutalidade foi tamanha que a arma branca foi deixada cravada no rosto da vítima — um detalhe que chocou até mesmo os agentes mais experientes da força policial.
Assim que os disparos foram ouvidos, moradores acionaram a polícia. No entanto, ao chegarem ao local, os policiais já encontraram a vítima morta. Não havia sinal dos autores do crime, que fugiram sem deixar pistas visíveis. Ainda não se sabe se a ação foi cometida por uma ou mais pessoas, e as motivações do assassinato seguem envoltas em mistério.
A cena do crime, marcada pela violência extrema, abalou profundamente a vizinhança. “Foi aterrorizante. Acordamos com os tiros e logo depois vimos as luzes da viatura. Nunca imaginamos algo assim aqui”, relatou uma moradora, que pediu para não ser identificada.
A Polícia Civil abriu inquérito e trabalha com várias linhas de investigação. A perícia foi acionada para recolher vestígios que possam ajudar na identificação dos responsáveis. Testemunhas estão sendo ouvidas, e câmeras de segurança próximas serão analisadas.
Enquanto isso, a comoção toma conta da cidade. Nas redes sociais, amigos e conhecidos de Ângela expressam tristeza e revolta, pedindo justiça e mais segurança para a região. O crime expõe não apenas a dor de uma família destruída, mas também o temor crescente diante da violência que, cada vez mais, alcança até os lugares antes considerados seguros