A Secretaria dos Recursos Hídricos, através da Superintendência de Obras Hídricas (Sohidra), retomou, no mês de setembro, as obras dos lotes 3 e 4 do Cinturão das Águas. Os lotes, que passam por Barbalha, Missão Velha, Crato e Nova Olinda, fazem parte do Trecho 1 do CAC e estão com 26,79% e 4,86% de avanço físico respectivamente.

De acordo com o superintendente da Sohidra, Yuri Castro, os lotes 1 e 2 já estão em fase de conclusão. “Os primeiros 70km de canais, que se referem aos lotes 1 e 2 já estão com mais de 96% de execução, faltando apenas detalhes de final de obra para conclusão, o que deve acontecer em breve. Em relação a retomada da sobras dos lotes 3 e 4, as empresas já estão com os maquinários presentes, com mobilização de mais de 300 funcionários trabalhando para que as obras avancem e em sequencia levem as águas até o Rio Cariús, posteriormente chegando ao açude Orós”.

O Trecho 1 do Cinturão das Águas do Ceará (CAC) possui 145,3 quilômetros de extensão, que serão concluídos com a execução total dos lotes faltantes 3 e 4. Hoje, os lotes do trecho 1 se encontram com: Lote 01: 96%, Lote 02: 97%, Lote 3: 26,79%, Lote 4: 4,86% e Lote 5: 100%.

Trecho Emergencial

Já com águas do “Velho Chico, o trecho emergencial do Cinturão das Águas continua em fase de testes, chegando próximo dos 45 km do total de 53km de percurso total que levará água da barragem de Jati até o Riacho Seco, no município de Missão Velha.

“Hoje nós temos a condição de aduzir a água via Riacho Seco, ou seja, ao chegar no KM 53 do Cinturão das Águas a água pode ser enviada para o Riacho Seco, Batateiras, Salgado e posteriormente chegar ao Rio Jaguaribe e ao Açude Castanhão, maior reservatório do Estado. Com a finalização dos lotes 3 e 4 do CAC, essa água poderá chegar também ao Açude Orós”, explica Yuri.

Ainda segundo o superintendente, até outubro as águas devem percorrer todo o trecho emergencial.

Liberação de água

A Secretaria dos Recursos Hídricos realizou um estudo que indica que a liberação do montante hídrico deverá ser realizada apenas no primeiro semestre do ano que vem, durante o período chuvoso, onde a eficiência da condução da água é menor.

Segundo o secretário Francisco Teixeira a liberação de água no segundo semestre causaria muita perda por infiltração, evaporação e até mesmo por retirada de moradores.

Site: Governo do Estado

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