Três hospitais de campanha que sequer chegaram a receber pacientes devem ser fechados pelo governo do estado do Rio de Janeiro nos próximos dias.

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A informação foi confirmada pelo secretário de Estado de Saúde, Alex Bousquet, durante um depoimento nesta segunda-feira à Comissão Especial da Assembleia legislativa que fiscaliza os gastos para combater a pandemia de coronavírus. De acordo com o secretário, a data do fechamento será anunciada ainda nesta semana.

Os hospitais fazem parte da leva de sete unidades que seriam construídas e geridas pelo Iabas, o Instituto de Atenção Básica e Avançada à Saúde, para tratamento da Covid-19. No entanto, apenas duas foram concluídas e equipadas a ponto de conseguir funcionar: a do Maracanã e a de São Gonçalo.

Esses dois hospitais já não estão recebendo pacientes e devem ser desmobilizados, o que, de acordo com o secretário, é natural, já que a pandemia no estado está estabilizada ou em queda.

Os contratos de R$ 770 bilhões firmados com a organização social foram alvo de diversas denúncias de fraude e superfaturamento, que levaram à prisão de gestores da empresa e da Secretaria Estadual de Saúde, além do próprio ex-secretário Edmar Santos.

Do total empenhado, R$ 256 milhões foram efetivamente pagos ao Iabas até a suspensão do contrato por decisão do governo. No depoimento à comissão, Bousquet garantiu que, ao assumir o cargo, revisou todos os 44 contratos que a secretaria mantinha, e instituiu uma nova forma de organização para corrigir problemas e dar seguimento mais ágil aos processos. 

Rádio Agência 

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