Os medicamentos comercializados no Brasil poderão registrar um reajuste médio de 3,81% a partir de 1º de abril, com variações conforme o nível de concorrência de cada produto. Na prática, remédios com mais opções no mercado tendem a apresentar aumentos maiores, enquanto aqueles com menor concorrência costumam ter correções mais moderadas.
A atualização é definida anualmente pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos, com base em fatores como a evolução dos custos de produção e as condições econômicas do país.
Apesar da previsão de alta, o impacto não costuma ser imediato nas farmácias. Isso ocorre porque muitos estabelecimentos ainda possuem estoques adquiridos com preços anteriores, o que permite uma transição gradual antes da aplicação integral dos novos valores. Por esse motivo, a recomendação não é antecipar compras ou fazer estoques desnecessários.
Segundo Maurício Filizola, diretor do Sincofarma e presidente da Rede de Farmácias Santa Branca, pesquisar preços continua sendo a melhor estratégia para economizar. Ele também destaca que a rede tem reforçado seus estoques como forma de reduzir o impacto inicial para os consumidores. “Uma alternativa importante é optar pelos medicamentos genéricos, que, por lei, costumam ser cerca de 35% mais baratos em relação aos de referência”, ressalta Maurício.
O reajuste abrange medicamentos de prescrição médica regulados pela CMED. A aplicação dos novos preços pelas farmácias depende da publicação no Diário Oficial da União, prevista até 31 de março.
Sobre a rede de Farmácias Santa Branca
Fundada em 1986, vivenciando o propósito de cuidar das pessoas, a rede de Farmácias Santa Branca vem crescendo e tornando-se parte da vida dos cearenses. Está presente em Fortaleza e região metropolitana, assim como no interior do Estado do Ceará, somando 21 lojas, três franquias, seis farmácias independentes associadas ao SB Conecta, uma distribuidora e um centro de distribuição. Conta com mais de 200 colaboradores que atuam em oito municípios, oferecendo conforto e bem-estar aos seus clientes. Os seus proprietários e representantes legais, Laura Paiva e Maurício Filizola, que também são farmacêuticos, possuem a sensibilidade de ter uma visão privilegiada do próprio negócio e dos avanços do mercado como um todo.
