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Tite revela mudanças para os jogos da seleção nas Eliminatórias


Vini Jr., destaque brasileiro na atual temporada, vai começar como titular contra o Equador

Vini Jr., destaque brasileiro na atual temporada, vai começar como titular contra o Equador

LUCAS FIGUEIREDO/CBF

O técnico Tite indicou, em entrevista coletiva nesta quarta-feira (26), que o setor ofensivo da seleção brasileira será "jovem" diante do Equador, em Quito. O comandante canarinho detalhou que vê boas perspectivas na linha de frente com Vinicius Júnior, Raphinha e Matheus Cunha.

Além disso, o comandante canarinho falou sobre a maneira como visualiza taticamente a seleção. "O tripé da frente, dos homens de lado, como a equipe se moldou e se adaptou bem, vai ser mantido, sim. Com Vinicius, Raphinha, Cunha e a gente ter essas amostragens, essa sequência que vai se mostrando. Do meio para trás, a estrutura e o posicionamento se mantêm", revelou Tite.

Do meio para a frente ele está se mostrando. Não consigo ver sobre ideia de futebol, dois atacantes centrais, dois volantes fixos e uma lacuna no meio onde pode ter articulador, um pensador. Não consigo conceber futebol assim", declarou.

Tite não esconde que, mesmo com a seleção já classificada para o Mundial de 2022, a cada jogo a ansiedade é a mesma.

"A sensação, a emoção, eu achei que ia estar um pouco mais light, mas não. As mesmas emoções, ansiedades, a possibilidade de dar a um atleta a condição de fazer o seu melhor, estrategicamente estar preparado para o jogo, continuo com a mesma pressão, te confesso", afirmou.


O treinador, que já esboçou novidades no primeiro treino na capital equatoriana, indicou que pode fazer novos testes no duelo com o Paraguai.

"Sim, podemos esperar mudanças de um jogo para o outro. A média nossa, nesses 13 jogos, são quatro substituições por jogo. Tenho dito aos jogadores que esses que entram vão estar decidindo a partida, porque vão estar em momento crucial." E ratificou:

"Então essa é a preparação, se não dos que iniciam, mas de deixar todos preparados para aquilo que têm que fazer. Principalmente no aspecto organizacional, depois é o talento. Ele com a bola, na qualidade do passe, da verticalidade, do um contra um, da finalização. De um jogo para o outro vou mudar, mas não externando de forma pública", completou.

O Brasil tende a atuar com: Alisson; Emerson Royal, Éder Militão, Thiago Silva e Alex Sandro; Casemiro, Fred e Philippe Coutinho; Raphinha, Matheus Cunha e Vinicius Júnior.

"A sensação, a emoção, eu achei que ia estar um pouco mais light, mas não. As mesmas emoções, ansiedades, a possibilidade de dar a um atleta a condição de fazer o seu melhor, estrategicamente estar preparado para o jogo, continuo com a mesma pressão, te confesso", afirmou.

O treinador, que já esboçou novidades no primeiro treino na capital equatoriana, indicou que pode fazer novos testes no duelo com o Paraguai.

"Sim, podemos esperar mudanças de um jogo para o outro. A média nossa, nesses 13 jogos, são quatro substituições por jogo. Tenho dito aos jogadores que esses que entram vão estar decidindo a partida, porque vão estar em momento crucial." E ratificou:

"Então essa é a preparação, se não dos que iniciam, mas de deixar todos preparados para aquilo que têm que fazer. Principalmente no aspecto organizacional, depois é o talento. Ele com a bola, na qualidade do passe, da verticalidade, do um contra um, da finalização. De um jogo para o outro vou mudar, mas não externando de forma pública", completou.

O Brasil tende a atuar com: Alisson; Emerson Royal, Éder Militão, Thiago Silva e Alex Sandro; Casemiro, Fred e Philippe Coutinho; Raphinha, Matheus Cunha e Vinicius Júnior.

 O Brasil é líder das Eliminatórias de forma invicta, com 35 pontos. O Equador ocupa o terceiro lugar, com 23 pontos.

                                                                      R7

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