Uma nota de rodapé em denúncia do Ministério Público do Rio apontou que o governador interino do Rio Cláudio Castro teria recebido propina enquanto vereador. A menção consta no documento que levou à prisão do secretário Estadual de Educação, Pedro Fernandes, nesta sexta-feira, e da ex-deputada Cristiane Brasil, filha do ex-deputado Roberto Jefferson.

Trechos do depoimento do empresário Bruno Campo Selem informam que o governador interino, enquanto vereador, “recebia propinas e auferia vantagens políticas com o projeto Qualimóvel municipal”. O suposto valor da propina não foi revelado na denúncia.

Castro assumiu o governo há duas semanas, após o afastamento do governador Wilson Witzel.

Ele foi vereador do Rio entre os anos de 2017 e 2018.


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