O Tribunal Superior Eleitoral entendeu que as lives feitas por partidos políticos se equivalem aos comícios dos candidatos. Diante deste entendimento, o relator do processo, ministro Luís Felipe Salomão, recomendou a proibição da participação de artistas nas lives de campanha dos partidos.



Posta à votação, o TSE seguiu o relator de forma unânime, repetindo o entendimento de 2006 quando ficaram proibidos os chamados “showmícios”.

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