Serão avaliados os pagamentos sigilosos feitos desde janeiro de 2017, no governo Temer, até agora. O pedido de investigação foi feito pelo senador Fabiano Contarato (Rede-ES). O relator do caso, Vital do Rêgo, sugeriu uma auditoria sobre os gastos do cartão presidencial e recebeu apoio unânime do plenário.
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Os gastos na atual gestão ficaram, em média, em R$ 709,6 mil por mês, alta de 60% em relação ao governo do emedebista e de 3% em comparação com a administração da petista.
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O valor total das despesas do cartão da presidência são divulgados,
mas a maioria dos gastos fica sob sigilo, como alimentação e transporte
de Bolsonaro. A justificativa é que a rotina presidencial é sensível e
sua exposição pode colocar em risco o chefe do Executivo.veja