Suspeitos de matarem “Bebê” a bala são presos pela Policia Civil em Juazeiro do Norte


Erick Chagas de Assis, de 18 anos, apelidado por “Bebê” foi executado a tiros no interior do bar “Toca do Flamengo” na manhã desde domingo (23), no Bairro Pirajá, em Juazeiro do Norte. Em poder dos acusados do homicídio, a polícia civil apreendeu arma, munições e drogas.

DA AGÊNCIA CARIRICEARA
Jota Lopes – Fotos: Redes sociais

Dois homens foram presos neste domingo (23) pela Polícia Civil de Juazeiro do Norte suspeitos de envolvimento em um crime de homicídio ocorrido por volta das do meio-dia no bairro Pirajá, naquela cidade. Em poder da dupla os policiais apreenderam arma, munições e drogas.
A ação policial foi desencadeada por equipes plantonistas da Delegacia Regional de Juazeiro do Norte com apoio da Guarda Civil Metropolitana de Juazeiro do Norte. Um terceiro homem que estaria com a motocicleta utilizada no crime também foi preso. Ele estava com um revólver calibre 38 e acabou autuado em flagrante na 20ª DRPC por posse irregular de arma de fogo.
Erick Chagas de Assis, de 18 anos, apelidado por “Bebê” foi executado a tiros no interior do bar “Toca do Flamengo” na manhã desde domingo (23), no Bairro Pirajá, em Juazeiro do Norte. Foto: Redes sociais
Erick Chagas de Assis, de 18 anos, apelidado por “Bebê” foi executado a tiros no interior do bar “Toca do Flamengo” na manhã desde domingo (23), no Bairro Pirajá, em Juazeiro do Norte. Foto: Redes sociais
Após tomarem ciência do homicídio de Erick Chagas de Assis, de 18 anos que era apelidado por “Bebê”, assassinado a bala no interior de um bar denominado de “Toca do Flamengo” que funciona na rua Dom Pedro II, os policiais seguiram os rastros deixados pelos suspeitos do crime. Primeiramente, os agentes identificaram a motocicleta usada na ação criminosa. Em seguida, foram atrás do dono do veículo, mas ele já havia vendido a moto. Um terceiro comprador do veículo revelou a equipe policial que também já tinha vendido a motocicleta. Contudo, durante revista na casa deste, foi encontrado um revólver calibre 38. Por esse motivo, o mesmo foi conduzido à delegacia e autuado em flagrante por posse irregular de arma de fogo.

Em ato continuo, os agentes confirmaram a localização dos dois homens apontados como autores do homicídio. O primeiro deles foi identificado como Davi Almeida Januário, de 22 anos, sem antecedentes – ele seria a quarta pessoa que teria comprado a moto. O mesmo tentou fugir da abordagem pulando muros de casa, mas foi capturado. Davi também resistiu à prisão, mas foi conduzido sob escolta para a 20ª DRPC. Em continuidade às ações policiais, foi preso Edgar dos Santos Pereira de 20 anos, com antecedentes por tráfico de drogas. Com ele, os agentes de segurança pública encontraram mais de 100 trouxinhas de maconha, uma espingarda calibre 12 e quatro munições de mesmo calibre. Edgar também foi conduzido para a DP juazeirense.

A motocicleta usada no ato criminoso foi encontrada com uma quarta pessoa, no bairro Pio XII. O homem foi levado para delegacia para ser autuado pelo crime de posse irregular de arma de fogo, já que foram encontradas munições de arma de fogo com ele. O veículo uso na pratica do delito foi apreendido e será periciado, assim como todo material recolhido durante as diligências. O trabalho técnico-científico ficará a cargo da Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce).

Na Delegacia, um dos investigados do crime de homicido confessou o assassinato de e justificou aos policiais que matou Erick porque ele havia assaltado sua casa, informação que será checada pela Polícia Civil. Diante dos fatos, Davi foi autuado em flagrante por homicídio qualificado por motivo torpe e impossibilidade de defesa da vítima, além de resistência e desobediência. Já Edgar, além de responder pelo homicídio com as mesmas qualificadoras de Davi, também vai responder por posse irregular de arma de fogo e tráfico de drogas.

A Polícia Civil segue apurando as circunstâncias do crime para identificar a participação de cada um dos suspeitos, bem como descobrir a motivação. Após finalizar o procedimento, o inquérito policial será remetido ao Poder Judiciário
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