O presidente da Assembleia Legislativa, deputado José Sarto, foi o fiador do acordo
entre entidades dos policiais e bombeiros e o governador Camilo Santana.

Sarto procurou o governo, propôs a formação da comissão para elaborar uma proposta, aceitou a participação de todas associações de policiais, a indicação de deputados r a revisão da tabela, fechando o acordo, após duas semanas de entendimento.

Tudo foi aprovado, assinado por todos e enviado para o governo, que aumentou os investimentos, para atender a um adicional de R$ 500 milhões, por ano, na folha de pagamento.

Tudo acertado, o governador mandou a mensagem com o aumento. Em seguida, veio a greve, surpreendendo a todos.

Agora, o entendimento é votar o aumento após a greve, ou seja, os deputados querem o retorno ao trabalho, antes da votação. Os líderes da greve querem voltar, solicitando o perdão aos mascarados. Não terão!


Roberto Moreira 
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