Açude Castanhão, maior reservatório do Ceará (Foto: Fábio Lima)
Açude Castanhão, maior reservatório do Ceará (Foto: Fábio Lima) (Foto: Fábio Lima )
Dezessete dias após o início da quadra chuvosa, a situação hídrica do Estado ainda chama atenção por um fato preocupante: 90 dos 155 açudes monitorados pela Companhia de Gestão e Recursos Hídricos (Cogerh) seguem com volume abaixo de 30%. O alerta vermelho é mais severo nos principais açudes.
O Castanhão, maior em capacidade, está com 2,4% de seu potencial hidrológico cheio. Orós e Banabuiú completam a lista preocupante, com 4,72% e 6,04%, respectivamente. Oito açudes estão com volume acima de 90%, incluindo o açude Germinal e o Tijuquinha, que foram os primeiros a sangrar e exceder os 100% neste ano. O Germinal, localizado no município de Palmácia, sangrou primeiro.


No total, o sistema hídrico do Estado conta com 14,85% de volume. Mesmo com as chuvas intensas e distribuídas que caíram no Ceará na primeira metade do mês, o conforto para estes reservatórios depende de chuvas em pontos estratégicos, por exemplo, no semiárido.


Segundo dados da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), atualizados nesta segunda-feira, 17, já choveu quase todo o esperado para fevereiro.

Já foram contabilizados 116.6 milímetros para o Estado, quando a normal histórica é 118.6 milímetros. Falta apenas 1,7% para superar o esperado.


O POVO
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