A bancada do Ceará volta a se reunir, nesta terça-feira (15), e o governador Camilo Santana é esperado em Brasília para discutir a divisão das emendas ao Orçamento da União de 2020. Essa será a terceira tentativa de acordo para a divisão dos recursos das emendas impositivas.
O assunto ganhou destaque no Bate Papo Político com os jornalistas Luzenor de Oliveira e Beto Almeida na edição desta segunda-feira (14) do Jornal Alerta Geral.
Nas duas primeiras reuniões, os parlamentares não chegaram a um acordo sobre a divisão dos recursos. A bancada do Ceará apresentará 18 emendas ao Orçamento da União com um total de R$ 780 milhões de reais, desse total, 6 emendas com o valor de R$ 248 milhões de reais são consideradas impositivas. O governador do estado quer que a bancada destine metade do valor para o Governo do Estado.
Beto Almeida comenta que o governador precisa “acalmar a própria base aliada”, pois os questionamentos existentes sobre o envio de metade nos recursos das emendas impositivas para Governo do Estado acontecem pela discordância entre Camilo e os deputados sobre as áreas prioritárias para o recebimento dos recursos.
“Eles querem resolver algumas insatisfações com relação ao atendimento de demandas deles, em obras para suas bases”, acrescenta Beto Almeida.

Previdência

Fique atento! Nesta semana o Plenário deve finalizar o texto principal da reforma da Previdência com a votação em segundo turno da PEC 6/2019. Os senadores participam das duas últimas sessões de discussão do texto final nesta terça (15) e quarta-feira (16).

Para Luzenor, o cenário, neste momento, é aparentemente tranquilo para a votação em segundo turno da reforma previdenciária. Após uma semana com pouco avanço na discussão da proposta, os senadores voltam ao Plenário para retomar as discussões.
“E após um final de semana de bênçãos no Vaticano, com a canonização de Irmã Dulce, muitos senadores voltam ao Plenário nesta semana, dispostos, com o coração mais brando, à avançar nessa reforma previdenciária”, acrescenta Luzenor sobre a presença dos senadores na cerimônia de canonização da Irmã Dulce, agora chamada Santa Dulce dos Pobres, a primeira santa brasileira.


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