Cultivar peixes e hortaliças no mesmo
sistema, de forma que uma produção alimente a outra: esse é o objetivo
da aquaponia, uma forma de cultivo que está sendo implantada por
estudantes do campus de Crato do IFCE na comunidade do Sítio Barro
Vermelho, em Barbalha. Eles fazem parte da equipe Enactus da
instituição, formada para incentivar o empoderamento e o
empreendedorismo social em comunidades.

Na aquaponia, as produções são interligadas por uma bomba de água. Ricos em nutrientes, os dejetos produzidos pelos peixes alimentam as plantas, que filtram a água utilizada no cultivo dos peixes. “O projeto se encaixa nos três pilares da sustentabilidade: social, econômico e ambiental. Vai ser um ciclo totalmente reciclado, com a economia de água e de adubo para as hortaliças”, explica Fabiana Costa, uma das integrantes do projeto.
Além de evitar o desperdício de água, a forma de cultivo é de fácil manejo e pode ajudar a gerar renda para os produtores, entre outros benefícios, como explica a estudante: “As pessoas envolvidas no projeto podem fazer economia, trocando a carne pelo peixe que produzirem. A aquaponia também facilita o acesso a hortaliças, que contribuem para uma alimentação saudável. Quando a produção aumentar, eles poderão ter uma renda extra”.
Segundo Fabiana, onze famílias estão sendo beneficiadas pelo projeto, que já promoveu capacitações sobre o manejo da produção e construiu a estrutura de um sistema comunitário. Agora, o momento é de colocar em prática o que foi aprendido durante os cursos. O objetivo é que, no futuro, a aquaponia implantada no Sítio Barro Vermelho contribua para a instalação do sistema em outras comunidades.
Badalo


Na aquaponia, as produções são interligadas por uma bomba de água. Ricos em nutrientes, os dejetos produzidos pelos peixes alimentam as plantas, que filtram a água utilizada no cultivo dos peixes. “O projeto se encaixa nos três pilares da sustentabilidade: social, econômico e ambiental. Vai ser um ciclo totalmente reciclado, com a economia de água e de adubo para as hortaliças”, explica Fabiana Costa, uma das integrantes do projeto.
Além de evitar o desperdício de água, a forma de cultivo é de fácil manejo e pode ajudar a gerar renda para os produtores, entre outros benefícios, como explica a estudante: “As pessoas envolvidas no projeto podem fazer economia, trocando a carne pelo peixe que produzirem. A aquaponia também facilita o acesso a hortaliças, que contribuem para uma alimentação saudável. Quando a produção aumentar, eles poderão ter uma renda extra”.
Segundo Fabiana, onze famílias estão sendo beneficiadas pelo projeto, que já promoveu capacitações sobre o manejo da produção e construiu a estrutura de um sistema comunitário. Agora, o momento é de colocar em prática o que foi aprendido durante os cursos. O objetivo é que, no futuro, a aquaponia implantada no Sítio Barro Vermelho contribua para a instalação do sistema em outras comunidades.
Badalo
