*Após reunião com Ministro, Guilherme Landim fala sobre verbas para CAC e privatização na Transposição


Nessa terça-feira, (12) membros da Comissão Especial para Acompanhamento das Obras da Transposição estiveram reunidos em Brasília com o Ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto. Guilherme Landim (PDT), presidente do colegiado, esteve acompanhado dos parlamentares Marcos Sobreira (PDT), Nizo Costa (PSB) e Augusta Brito (PC do B), além do Deputado Federal Domingos Neto (PSD), que articulou a reunião. 

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Na ocasião, foi apresentado ao Ministro o relatório das obras da Transposição no Ceará e do Cinturão das Águas do Ceará (CAC) - resultado da visita da Comissão aos canteiros das obras -, bem como informações coletadas nas secretarias do Estado e nos Ministérios.


Para a Transposição, segundo Landim, Canuto garantiu que os recursos para a Transposição no trecho cearense estão garantidos. “Ele avaliou que já viu a situação, em outro momento, com muito mais preocupação do que enxerga agora”. O parlamentar acrescentou que os recursos estão garantidos para os pagamentos de agosto e setembro, e a previsão é de que até o final de agosto já seja também garantida verba para os demais meses até o final do ano.

Em relação ao CAC, Guilherme destacou que já foi empenhado recurso de R$ 97 milhões, embora sem previsão para liberação da verba. “Existe, por parte do Ministro e do Deputado Federal Domingos Neto - junto da Bancada Federal Cearense - a intenção de cobrar e garantir o pagamento para esse recurso do cinturão. Mas essa é uma luta que vai continuar até termos a garantia e confirmação”, afirmou Landim.
*Privatização*
Outra preocupação levantada pelos representantes da Comissão Especial foi sobre a questão da privatização. De acordo com as informações do parlamentar, a União estuda a concessão à iniciativa a fim de explorar as potencialidades energéticas com a compra garantida do que for produzido. Dessa forma, o valor da operacionalização por metro cúbico de água, estimado inicialmente em R$ 0,77 pode ser reduzido para, aproximadamente, R$ 0,56.
Guilherme explica que, segundo Canuto, essa privatização busca uma redução no valor da água no repasse do custo para os Estados. “O que nós solicitamos foi que possamos ser também escutados, que possamos discutir essa questão, porque o nosso papel frente a isso vai ser o de garantir que a água chegue no menor valor possível para o consumidor final, em especial aqueles mais pobres”.