Lula elogia Camilo e Cid, e diz querer voltar ao Ceará no 2º turno: "Fazer novas passeatas"

Blog do  Amaury Alencar
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                                                                                Crédito: EVARISTO SA / AFP

Candidato à reeleição, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) elogiou os ex-governadores do Ceará e senadores da República, Camilo Santana (PT) e Cid Gomes (PSB) durante discurso para aliados na segunda-feira, 5.

O petista falou no desejo de voltar ao Ceará na campanha para o segundo turno das eleições 2026, em que ele disputa o Planalto com o senador Flávio Bolsonaro (PL).

"Quero visitar, quero fazer novas passeatas no Ceará. Vocês não têm noção do que é o Camilo e o Cid em cima de um palanque. Eu vou perder isso? Nem a porrete. Eu não seria candidato se não tivesse isso", discursou.

O registro em vídeo publicado pelo ex-secretário da Casa Civil, Chagas Vieira (PDT), suplente da senadora eleita Luizianne Lins (Rede), faz parte do encontro em o presidente reuniu aliados para analisar a campanha.

Em outro vídeo publicado, dessa vez por Elmano de Freitas (PT), governador do Ceará reeleito nestas eleições, Lula complementa: "Não conseguiria ser candidato sem viver o momento que eu vivi em Salvador, que eu vivi em Fortaleza".

Ele continua: "Se preparem, porque nós vamos ganhar as eleições".

Lula recebeu nesta segunda-feira, 5, diversos aliados nacionais, incluindo Elmano de Freitas, os senadores Camilo Santana, Cid Gomes e a senadora eleita Luizianne Lins, além do ministro cearense José Guimarães (PT).

Lula pontuou ser o único candidato “antissistema” e fez críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF), chamando de “promiscuidade” a crise que a Suprema Corte passa. Ele defendeu uma reforma no Judiciário e sugeriu participação da sociedade na escolha dos ministros do STF.

 "E estamos carregando nas costas uma coisa muito grave que é a promiscuidade que ficou estabelecida na Suprema Corte brasileira depois dessas denúncias", disse o presidente.

"Está na hora da sociedade discutir isso. Ninguém está acima da lei, nem os ministros da Suprema Corte estão acima da lei. É um tema difícil, mas necessário. Mas quando você chega em uma situação em que a Suprema Corte está sob desconfiança da sociedade, algo é muito grave”, analisou.

O petista mostrou, ainda, preocupação com a continuidade de políticas públicas em um possível governo de Flávio Bolsonaro, especialmente as de inclusão social e de saúde pública. “A gente sabe que o forte deles não é cuidar da saúde do povo”, destacou.

                                              o Povo 

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