
O casal Kennedy e Alexandra, além do jovem Caio foram presos pela GCM por práticas de furtos. | Foto: Reprodução
Demontier Tenório
Ações da Guarda Civil Metropolitana em Juazeiro resultaram nas prisões de quatro pessoas, sendo três acusadas de furtos e outra por violência doméstica. Na Rua São Pedro perto do Mercado Central equipe do GPTran prendeu os moradores de rua Kennedy Anderson Landim Silva, de 25, e Alexandra Oliveira da Silva, de 37 anos. Eles tinham furtado vários desodorantes da Farmácia Feitosa que funciona na esquina das ruas São Francisco e São Pedro.
Ela está grávida de dois meses e, na sua bolsa, os agentes encontraram a mercadoria furtada e uma faca, sendo levados à Delegacia de Juazeiro com o apoio do GTM (Grupo Tático Motorizado). Ambos são usuários de crack e respondem por vários furtos e roubos, sendo que, no caso dela, já são 32 procedimentos criminais. Na audiência de custódia, no sábado, o juiz Herick Bezerra Tavares concedeu liberdade provisória ao casal mediante normas cautelares
Já por volta das 09h30min de sábado outra equipe da GCM soube que uma pessoa estava num box de um dos banheiros da Rodoviária de Juazeiro de onde se ouvia barulhos estranhos e foi averiguar. Eles aguardaram a saída do reciclador Caio de Oliveira Lopes, de 22 anos, que vive em situação de rua. O jovem levava uma mochila na qual os guardas encontraram uma faca e pedaços de alumínio amassados compatíveis com o material das portas do banheiro, sendo preso em flagrante.
Quase no mesmo horário a Patrulha Maria da Penha esteve na UPA Limoeiro, onde idosa de 62 anos deu entrada levada pelo namorado e industriário Francisco José de Souza Neto, de 54 anos. Ela reclamava dores no peito, mas a equipe médica notou manchas rochas nos braços da mulher com características de espancamentos quando vieram as desconfianças e a PMP foi acionada.
Na ausência do namorado, a mulher revelou ter sofrido agressões na noite anterior na casa dele na Rua São Geraldo no bairro Pio XII. Disse mais que era sempre agredida quando ele surta, porém jamais o denunciou e nem por conta das ameaças de morte. Já com o apoio do GAM (Grupamento Ambiental Metropolitano), o casal foi parar na delegacia quando a vítima requereu medida judicial protetiva.