Black Friday exige planejamento e adaptação ao novo comportamento do consumidor, aponta especialista

Blog do  Amaury Alencar
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Black Friday 2025 traz novas dinâmicas de consumo e exige das marcas um planejamento cada vez mais antecipado e estratégico. É o que defende Daniel Parra, CEO da PlanADS Agência Digital, ao comentar o relatório Resultados Black Friday 2024, que revela mudanças no comportamento dos consumidores e no formato de compras.

De acordo com o executivo, o evento — que nasceu nos Estados Unidos e se consolidou no Brasil como uma das principais datas do varejo — passou a ter uma jornada de compra mais híbrida e distribuída ao longo de novembro, o que demanda campanhas planejadas, sites otimizados e controle de estoques.

“Quem deixa para a última hora paga mais caro por clique e converte menos. Planejar cedo é transformar a data em um projeto estratégico”, afirma Parra.

Segundo ele, o erro mais comum das empresas é acreditar que basta lançar promoções para obter resultados. “Sem planejamento, há falhas na precificação, falta de estoque e campanhas genéricas que geram mais desgaste do que lucro”, explica.

Parra destaca ainda que a otimização técnica e de conversão dos sites é determinante para o desempenho nas vendas: um site lento, desorganizado ou sem versão mobile perde conversões rapidamente.

O especialista aponta que o consumidor de 2025 está mais informado, desconfiado de falsos descontos e valoriza transparência e entregas rápidas. Além disso, o consumo via dispositivos móveis domina o cenário, reforçando a necessidade de marcas 100% adaptadas ao mobile.

De acordo com a Associação Brasileira de Inteligência Artificial e E-commerce (ABIACOM), o e-commerce brasileiro deve movimentar cerca de R$ 13,34 bilhões durante a Black Friday deste ano, um crescimento de 14,7% em relação a 2024.

A PlanADS tem trabalhado com uma estratégia de funil completo, que inclui campanhas de aquecimento, captação de leads e remarketing inteligente, com o apoio da inteligência artificial para prever comportamentos e otimizar investimentos em tempo real.

Parra ressalta que pequenas e médias empresas também podem competir com grandes marcas ao usar segmentação de dados, atendimento próximo e campanhas personalizadas. “Planejar é vender melhor, e não apenas vender mais”, conclui.

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