
O presidente da Câmara, Hugo Motta, rejeitou a indicação de Eduardo Bolsonaro para liderar a minoria. Motta argumentou que a função exige presença física nas sessões e participação ativa, algo que Eduardo não cumpre desde fevereiro, quando viajou para os Estados Unidos alegando saúde e interesses pessoais.
A licença de Eduardo terminou em julho, mas ele buscou formas de permanecer fora do país. A participação remota é permitida apenas para missões oficiais, o que não se aplica ao caso, tornando simbólica a liderança da minoria.
A decisão abre caminho para que Eduardo Bolsonaro possa ser cassado se ultrapassar o limite de faltas na Câmara. A função exige orientação de bancadas, debates e encaminhamento de requerimentos, atividades que dependem de presença física do parlamentar.