Fortaleza : Dívida de rescisões de ex-funcionários da Rede Cuca é responsabilidade do Instituto Cuca, diz Prefeitura

Blog do  Amaury Alencar
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A Prefeitura de Fortaleza afirmou, nesta sexta-feira (8), por meio de nota, que o pagamento da rescisão de cerca de 300 ex-funcionários da Rede Cuca é responsabilidade do Instituto Cuca. Eles foram demitidos no final de junho e reclamam de ainda não terem uma data para o recebimento.

Segundo a Prefeitura, a gestão do prefeito Evandro Leitão (PT) pagou mensalmente os direitos dos funcionários referentes a 2025 até o final do contrato com o Instituto Cuca. Em junho, as atividades da Rede Cuca passaram a ser operacionalizadas pelo Instituto Juventude Pela Vida, que foi selecionado por meio de licitação.

Ainda de acordo com a gestão municipal, foi realziada uma reunião, no dia 22 de julho, com representantes do Instituto Cuca e da Procuradoria-Geral do Município para iniciar as tratativas e “resolver as pendências financeiras”.

A gestão municipal disse ainda que, em janeiro de 2025, o Instituto Cuca já tinha uma dívida de R$ 5 milhões referente aos direitos trabalhistas, herdada da gestão anterior.

O Instituto Cuca foi acionado, mas ainda não retornou o contato desta reportagem. O texto será atualizado quando houver uma resposta.

Confira a nota da Prefeitura de Fortaleza na íntegra

A Secretaria Municipal da Juventude informa que o não pagamento das rescisões dos ex-funcionários do Instituto Cuca é de responsabilidade do próprio instituto, que gastou os valores referentes às garantias trabalhistas em outras áreas, e não repassou para a conta com este fim específico. A gestão do prefeito Evandro Leitão recebeu da gestão de José Sarto, em janeiro deste ano, dívida de cerca de R$ 5 milhões apenas referente aos direitos trabalhistas.

A gestão de Evandro Leitão pagou mensalmente os direitos dos funcionários referentes a 2025 – até o fim do contrato com o Instituto. A despeito da irregularidade do próprio Instituto, dia 22 de julho, foi realizada reunião com representantes do Instituto Cuca e da Procuradoria-Geral do Município (PGM). Na ocasião, foram iniciadas as tratativas para resolver as pendências financeiras.

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