Filmes Cearenses são destaque na programação do 21º Festival de Cinema de Cuiabá

Blog do  Amaury Alencar
0

 O evento que acontece de 22 a 28 de outubro no Mato Grosso, traz um total de 30 filmes de 20 estados brasileiros e também prestará uma homenagem a Dira Paes – a atriz retorna ao evento onde foi premiada pela primeira vez em sua carreira como atriz, em 1997, e recebeu o troféu Coxiponés. Do Ceará os destaques são: “Mais Pesado é o Céu” , de Petrus Cariry, que conquistou em Gramado, um dos festivais mais tradicionais do país, quatro prêmios: melhor direção, melhor fotografia, melhor montagem e prêmio especial do júri.

A Mostra competitiva de longas traz sete concorrentes ao Troféu Coxiponés e também ao aporte financeiro no valor de R$ 15 mil. Entre os concorrentes estão: “Beatriz Vira-Folhas”,  première mundial no Cinemato, “Chumbo”, denuncia a exploração da mão de obra de quilombolas por uma usina de álcool, “Mais Pesado é o Céu”, protagonizado por Matheus Nachtergaele.  “Entrelinhas”  conta a história uma estudante presa e torturada pela ditadura militar nos anos 70,  “Mesmo que tudo dê errado, já deu tudo certo”, mostra a  vida de Maria Valéria Rezende, um dos maiores nomes da literatura contemporânea brasileira,  “Tudo o que Você Podia Ser” selecionado para o Queer Porto e Festival do Rio, e  a “A invenção do Outro”,  vencedor da 55ª edição do Festival de Brasília. 

Já a competição de curtas-metragens traz 14 obras. O vencedor, além do troféu Coxiponés, receberá aporte financeiro de R$ 4 mil. Os temas abordam assuntos com olhares diversos sobre a realidade brasileira e o imaginário ficcional.

O cearense “Mais Pesado é o Céu” , de Petrus Cariry, conquistou em Gramado, um dos festivais mais tradicionais do país , quatro prêmios: melhor direção, melhor fotografia, melhor montagem e prêmio especial do júri. Protagonizado por Matheus Nachtergaele e a atriz cearense Ana Luiza Rios, sua história gira em de um casal de andarilhos  do sertão cearense que encontra um bebê abandonado. A partir deste lugar, a família constituída nessas condições caminha em busca de dias melhores.

Outro que também está iniciando sua trajetória em festivais é o filme paranaense “Entrelinhas” (2023), de Guto Pasko, que se passa nos anos 70. A protagonista é uma estudante presa e torturada pela ditadura militar. Já estreou no Cine PE, em Recife, com cinco premiações: melhor atriz, melhor direção de arte, melhor montagem, melhor edição de som e melhor direção.  Ele será exibido para o público pela segunda vez no Cinemato.

                                        O Estado Ce 

Postar um comentário

0Comentários
Postar um comentário (0)