Reitor da URCA e equipe recebem representantes do MEC para articular projetos e parcerias para a Instituição

Blog do  Amaury Alencar
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Representantes do Ministério da Educação (MEC) participaram de reunião com o Reitor da Universidade Regional do Cariri (URCA), Carlos Kleber de Oliveira, na última quinta-feira, 17, na sede da Reitoria da URCA, em Crato, para tratar de projetos que estão sendo desenvolvidos na instituição. A meta também foi discutir alternativas de inserção de novas propostas e ações, conforme os direcionamentos de atuação do MEC, com o novo Governo Federal.

A reunião contou com a presença de pró-reitores da instituição e coordenadores de programas e projetos, que abordaram como estão sendo desenvolvidos os trabalhos na URCA e o maior alcance com o fortalecimento do Ministério. Políticas e estratégias do MEC foram esclarecidas, assim como as novas diretrizes.

O Reitor Carlos Kleber fez uma apresentação inicial da URCA, incluindo os cursos de graduação e pós-graduação, os avanços relacionados à pesquisa e à extensão, novos cursos implementados, e ações mais amplas de território, com o Geopark Araripe. Também participaram os pró-reitores Edson Martins, da Pós-graduação e Pesquisa, Rosely Santos, do Ensino de Graduação, e Cecília Reiffer, adjunta da Extensão, além da professora Francisca Clara, coordenadora do PIBID, Paulo Lemos, do setor de Geoeducação, do Geopark Araripe, e Professora Isabelle Luna, do Centro de Educação.

O diretor de Articulação Intersetorial do MEC, Roberto Wagner da Silva Rodrigues, destacou o trabalho que vem sendo desenvolvido diante do Sistema Nacional de Educação e as articulações nesse momento de implementação junto ao Congresso Nacional.  Ele cita que a estratégia de atuação do ministério envolve a intersetorialidade, com projetos que estejam voltados para o atendimento à políticas públicas. “Tem que criar um desenho de uma intervenção que deverá nascer da intersetorialidade e que precisa ter capilaridade dentro dessa intersetorialidade”, afirma. O diretor ressaltou também os municípios que têm atuado dentro da estratégia do ensino integral, como uma das agendas importantes nesse sentido.

Diálogo do MEC com as universidades

Segundo Roberto Wagner, a missão nesse momento tem sido conversar com as universidades, com ações de extensão mais amplas e construir uma interface com a educação básica. “A gente tem uma compreensão de uma ação mais sistematizada, algo que consiga construir de forma mais longeva e estruturante”, disse. Ele ainda acrescentou a necessidade de se pensar as políticas educacionais de forma estratégica, com maior amparo de políticas de estado, e citou como exemplo a questão indígena, para não ser vista apenas como uma atuação transversal, mas de forma efetiva.

A equipe está visitando as universidades e os mais diversos setores com a missão de ver os projetos de intervenção que estão sendo desenvolvidos nos territórios e com isso alinhar os editais, dentro da territorialidade. A mobilização foi iniciada principalmente em estados do Brasil que têm colocado a educação como centro de sua atuação, como é o caso do Ceará. Serão direcionadas inicialmente três agendas de intervenção pequenas em cinco territórios. O diretor esteve acompanhado do coordenador geral de Articulação Intersetorial do MEC, Domingos Sávio de Abreu.

O pró-reitor Edson Martins destaca os desafios da universidade e os recentes cursos na área de pós-graduação, cursos recém-criados como o ProfArtes, além das condições que colocam a URCA numa boa posição, para compor esse conjunto, diante de um desafio territorial. Ele ressaltou a importância de uma política mais estratégica para a educação.

A Pró-Reitora Cecília Reiffer pontuou a importância da intersetorialidade e a inserção da extensão nos currículos. Já a pró-Reitora Rosely abordou a abrangência da URCA e sua relevância para a região, além da inserção de outros estados como o Pernambuco, e a influência na transformação social dos egressos. Atualmente a URCA conta com 19 cursos de licenciatura e a professora Francisca Clara, do PIBID, ressaltou a importância do fortalecimento das formações, para maior qualificação dos profissionais.  Para ela, é fundamental o diálogo com os governadores que sejam realmente colaboradores de forma cada vez mais efetiva. “Sabemos que é difícil, mas a gente percebe que é preciso uma articulação maior, tanto na extensão, na política nacional de professores, e pensar nas diretrizes e como incorporar as práticas extensionistas”, disse.

O professor Kleber ainda destacou o papel da URCA de forma arraigada com suas ações no território, nas comunidades, nas escolas, e salientou a importância do olhar do MEC para esse potencial, inclusive para estabelecer parcerias. “Com isso, esperamos um maior apoio e estamos dispostos a colaborar com as nossas ações”, completou.

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