As construções religiosas, especialmente as Igrejas Católicas construídas há séculos e anos, muitas delas verdadeiras obras de arte, construídas com dedicação, amor e suor. É preciso respeitar as tradições e a "memória dos benfeitores", que deram sua contribuição para erguerem estes templos.
O ambientalista Jorge de Moura nos faz o seguinte relato: "infelizmente, há determinados religiosos sem compromisso com as tradições, com a cultura de um povo e sem o mínimo respeito com a sociedade, chegam nas Igrejas e a sua maneira, com seu modismo impõe às comunidades o seu conceito de arquitetura, muitos DESTRUÍRAM os interiores desses templos", mosaicos seculares e em bom estado são substituídos por cerâmicas que nada tem haver com essas construções, como foi o caso da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Penha na cidade de Maranguape/CE, na localidade de Urucará, no dito município, na Igreja de Nossa Senhora da Luz, o Altar Mor trabalhado em madeira de lei (Cedro), com 4 colunas greco romanas (estas permaneceram), está apenas 40% do seu original, o couro com escadarias em madeira de lei (Cedro), talhada e uma bancada para comunhão em frente ao Altar foram destruídos, vandalismo consciente, o que nos causa indignação como católicos ao ver tais destruições, nessas construções que deveriam ficarem na sua originalidade.
Na comunidade do Japão no Município de Barroquinha/CE, o Altar de Nossa Senhora da Apresentação foi totalmente ao chão, isso é um insulto a comunidade, na Igreja Matriz de Chaval/CE, a via Sacra verdadeira obra de arte em alto relevo, um vigário pôs abaixo as Estações da referida Via Sacra, absurdo desmedido que não poderá ser tolerado. Na Igreja Matriz de Santo Antônio na cidade de Caridade/CE, sofreu também depredação consentida Isso tem que parar.
Como católico e amante da arquitetura religiosa, não ficarei de braços cruzados, um 'dossiê narrando tais fatos" os quais vi no Estado do Ceará, imaginem Brasil afora, serão encaminhados a Sua Santidade o Papa FRANCISCO em Roma, para uma tomada de posição ou seja, PROIBIÇÃO dessa prática, para mim criminosa, TOLERÂNCIA ZERO com as reformas drásticas nas Igrejas Católicas sei que, muitos religiosos têm respeitados as tradições seculares porém, há os que não possuem tais sentimentos.
Assim sendo, espero também contribuir com a evolução da sociedade não interferindo no Meio Ambiente e nem tão pouco no seu Patrimônio Arquitetônico e Cultural e, que Deus seja louvado! Finaliza o ambientalista Jorge de Moura com ar de indignação.