A iniciativa inclui a promoção e ampliação da democratização do acesso à capacitação técnica e profissional para inserção no mercado de trabalho, geração de renda, protagonismo social, qualificação e produção simbólica na esfera cultural, cidadania e diversidade cultural. Para além dos equipamentos públicos, também entram nessa luta pela propagação da cultura, instituições de artes da sociedade civil através do edital “Escolas Livres”. Para “reconhecer e potencializar essas experiências”, como destacou o secretário da Cultura.
“Esse passo faz parte desse crescimento, desse movimento de elevação de um status do trabalho cultural aqui do Ceará. Eu vejo que agora torna tudo mais comprometido, essa lei nos compromete cada vez mais com essa força da arte como objeto de transformação. Transformação de pessoas pelo saber, pelo compartilhamento de experiências”, afirmou a governadora.
Entre os objetivos da Lei, estão promover distintos espaços para formação livre, profissional, técnica e acadêmica com currículos e programas inovadores nas áreas das artes e da cultura, com ênfase na juventude, estudantes, artistas, produtores e gestores culturais. Além disso, ofertar cursos livres e profissionalizantes de nível básico e médio em arte e cultura, considerando os arranjos produtivos, vocações territoriais, o patrimônio cultural e natural, bem como as expressões culturais, linguagens artísticas, cadeias criativas e eventos predominantes nas regiões do Estado.
Também está inserido na lista de objetivos, promover, ampliar e descentralizar o acesso aos processos de formação e produção de conhecimento em arte e cultura. “Eu penso que a gente cumpre assim uma tarefa fundamental. Com certeza assim, a gente chega mais perto do que imaginamos para o nosso estado, nossa sociedade. Com uma cultura como motor de transformação”, pontuou Izolda.
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