Para o presidente da Associação das Gestões Ambientais Locais do Ceará (Agace) e superintendente do Consórcio Público de Manejo dos Resíduos Sólidos da Região Metropolitana, Elano Damasceno, olhar para esse nicho é fundamental e traz ganhos para vários segmentos. “Os resíduos, quando destinados corretamente, promovem renda e possibilitam a inclusão dos catadores na cadeia produtiva desse grandioso mercado, traduzindo-se também em política social”, assim enxerga. Para ele, a iniciativa “possibilita o cumprimento das Leis, dando resolutividade a grandes problemas inerentes aos municípios, que, sozinhos, poucas chances têm de solucionar os problemas advindos dos lixões”, acredita Dasmaceno.
Atualmente, o Ceará já paga 1/4 de um salário mínimo a cerca de 2.500 catadores através do Programa Auxílio-Catador. “Hoje, os catadores ligados a associações e cooperativas estão recebendo um pagamento por serviços ambientais. O Governo do Ceará paga R$ 275 como complemento de renda (ao catador) por fazer reciclagem em nosso estado”, informou Artur Bruno.
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