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21/04/2021

PARCERIA PREFEITURA, OAB MULHER E URCA LANÇAM PROJETO "A LEI MARIA DA PENHA VAI ÀS ESCOLAS MUNICIPAIS DO CRATO"

                            


       

           

A Prefeitura do Crato, por meio de parceria da Secretaria de Educação junto a Universidade Regional do Cariri (URCA) e OAB Mulher/Crato, devem iniciar nesta quinta-feira (22) a formação de professores para ensino da Lei Maria da Penha nas escolas municipais. O Projeto “A Lei Maria da Penha vai às Escolas Municipais do Crato”, tem como objetivos conscientizar sobre a importância da Lei Maria da Penha e contribuir com a formação sobre as ações de prevenção e combate à violência contra a mulher, tendo como público professoras e professores das escolas da rede pública municipal.

Diante da situação pandêmica, o curso proposto para os docentes será desenvolvido virtualmente, de forma síncrona, pela plataforma Google Meet e de forma assíncrona pelo repositório Google Classroom. A formação contemplará 50 Professores de Ciências Humanas do Ensino Fundamental II, com carga horária de 40 horas/aula, em cinco encontros.

De acordo com a proposta do projeto, a iniciativa advém de uma necessidade de ações voltadas a coibir a reprodução naturalizada desse tipo específico de violência ao longo da história. Tendo em vista que a educação se constitui em espaço de discussão e reflexão para a prevenção e combate às violências, configura também como o principal mecanismo de superação das agressões contra a mulher.

Segundo a secretária de Educação, Germana Brito, o conteúdo da Lei Maria da Penha para as escolas objetiva trabalhar a formação de uma nova consciência dos docentes e, consequentemente, dos jovens, desconstruindo ações e práticas cotidianas que reiteram a violência doméstica e familiar contra a mulher. “A educação é uma prática primordial para a erradicação das violências; compreendemos que a escola, ainda no ensino fundamental, tem papel essencial na desconstrução de estereótipos construídos, por meio dos discursos e práticas machistas, reproduzidos pela coletividade em desfavor da mulher”, explica a secretária.

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