Ficha cadastral do advogado Mário Henrique Aguiar Goulart Ribeiro Nunes Maia. No destaque a foto do seu pai. (OAB/Reprodução).












Câmara dos Deputados indicou, por 364 votos, o advogado Mário Henrique Aguiar Goulart Ribeiro Nunes Maia, filho do ministro Napoleão Nunes Maia do Superior Tribunal de Justiça (STJ),  para o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ele foi indicado por 12 partidos (Progressistas, Avante, PSD, Solidariedade, PSDB, MDB, DEM, PCdoB, Rede, PT, Republicanos e PDT).

Os outros dois candidatos ao cargo no CNJ, Cesar Augusto Wolff, indicado pelo Novo, e Janaína Penalva, indicada pelo Psol, obtiveram 40 e 35 votos, respectivamente. Houve 16 votos em branco.

Na mesma sessão, os deputados também aprovaram, por 432 votos, a recondução de Otávio Luiz Rodrigues Jr. para mandato no Conselho Nacional do Ministério Público – CNMP. Ele foi indicado por 13 partidos (Progressistas, Avante, PSD, SD, PSDB, MDB, PV, DEM, PL, PT, Rede, Republicanos e PDT). Houve 23 votos em branco.

CNMP
O CNMP tem a função fiscalizar e disciplinar os membros do Ministério Público, respeitando a autonomia da instituição. O órgão, criado em 2004 pela Emenda Constitucional nº 45, teve sua instalação concluída em 21 de junho de 2005. Formatado para possuir 14 integrantes, é presidido pelo procurador-Geral da República, e composto por quatro membros do MPU, três do MPE, dois juízes, indicados um pelo STF e outro pelo STJ, dois advogados, indicados pelo Conselho Federal da OAB, e dois cidadãos de notável saber jurídico e reputação ilibada, indicados um pela Câmara dos Deputados e outro pelo Senado.

Antes da posse, os nomes apresentados são apreciados pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania do Senado, depois vão ao plenário e seguem para a sanção do presidente da República.

“Na sabatina a que me submeti na CCJ do Senado, assumi publicamente o compromisso de editar semelhante relatório em meu mandato no Conselho Nacional do Ministério Público, como representante da Câmara dos Deputados”, afirmou Luiz Otávio Rodrigues Jr. no segundo relatório sobre sua gestão, publicado no fim de setembro.

Fonte: site ConJur.

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