(crédito: Cléverson Oliveira/SGPR)
(crédito: Cléverson Oliveira/SGPR)

O presidente Jair Bolsonaro pretende indicar o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Jorge Oliveira, para o cargo de presidente do Tribunal de Contas da União (TCU). Assim como no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e no Supremo Tribunal Federal (STF), a escolha de novos membros e indicação são feitas pelo presidente da República.



No TCU, a decisão não gerou surpresa. Os nomes de Jorge Oliveira e do Controlador-Geral da União (CGU), Wagner Rosário, já eram cotados para o cargo, hoje, ocupado por José Múcio Monteiro. Não há resistência no TCU ao nome de Jorge, que foi, também, cotado para a cadeira do STF, que será desocupada em breve por Celso de Mello. O decano iria se aposentar em novembro, mas anunciou a antecipação da sua aposentadoria para 13 de outubro, na próxima semana.

Kassio Marques

Contrariando todos os nomes que já vinham sendo falados como possíveis indicados, o presidente decidiu pelo desembargador do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) Kassio Marques para a cadeira de Mello. O piauiense pleiteava uma vaga no STJ, mas acabou indicado para o Supremo. Nunes foi advogado por 15 anos e magistrado por 12, tendo iniciado a carreira da magistratura no Tribunal Regional Eleitoral do Piauí (TRE-PI).

Bolsonaro e Nunes se encontraram pelo menos duas vezes nos últimos dois meses, de maneira informal e leve, fora do ambiente do Palácio do Planalto. Nos encontros, eles se identificaram, e o presidente gostou muito da personalidade e simplicidade do desembargador. A primeira “audiência” foi marcada pelo senador Ciro Nogueira (PP), integrante do Centrão e que também é do Piauí. Por transitar bem por várias alas, e ser muito querido no seu estado natal, Nunes já conhecia Ciro. 

       Correio Braziliense 

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