(Foto: Sara Maia, em 10/1/2013)
(Foto: Sara Maia, em 10/1/2013)

Na terceira fase da Operação Aluminum, o Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) aponta que mais servidores públicos estão envolvidos em crimes de sonegação fiscal e corrupção. Foram expedidos pela Justiça um mandado de prisão temporária contra um auditor fiscal da Secretaria da Fazenda do Estado, além de mandados de busca e apreensão em Fortaleza e no Crato. O MPCE acredita que seja a maior operação contra sonegação fiscal já ocorrida no estado do Ceará.

A investigação do MPCE, coordenada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate à Sonegação Fiscal (Gaesf), começou em 2018 após recebimento de informação fiscal da Secretaria da Fazenda do Estado, apontando evidencias de esquema criminoso voltado para crimes contra a ordem tributária. A principal beneficiária era a empresa Bandeira Indústria de Alumínio Ltda., sediada em Jaguaribe-CE.

A Bandeira mantém relações comerciais com diversas empresas de fachada sediadas no Maranhão, Piauí, Ceará, Sergipe, Bahia e São Paulo. Segundo as diligências, R$ 5,5 bilhões teriam sido movimentados nos últimos cinco anos. Só a empresa, sozinha, tenha sonegado cerca de R$ 220 milhões de 2014 a 2018. 


o Povo 

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