O Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará (CBMCE), por meio da 1ª Companhia do 3º Batalhão de Bombeiro Militar (1ª Cia/3º BBM), fechou um depósito clandestino de gás de cozinha, na manhã dessa quarta-feira (23), no município de Sobral, na Área Integrada de Segurança 14 (AIS 14). A ação resultou na apreensão de 94 botijões de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP). Três funcionários do estabelecimento foram conduzidos à Delegacia Regional de Sobral.

O Major Mardens Vasconcelos, atual comandante do Comando de Engenharia de Prevenção de Incêndio (Cepi), comentou sobre ação. “A fiscalização foi realizada por conta de uma denúncia anônima sobre a venda irregular de GLP no bairro Renato Parente, em Sobral”, informou o oficial. A equipe da Cepi, pertencente à 1ª Cia/3 ºBBM,foi composta pelo major Mardens Vasconcelos e pelo subtenente Saraiva, juntamente com uma guarnição da Polícia Militar do Ceará (PCCE), composta pelos soldados Silva, Romário e Jonathan.

Chegando ao local, os bombeiros e os policiais militares se depararam com um automóvel, que seria utilizado pelo estabelecimento denunciado para realizar a entrega da mercadoria. No interior do local foram encontrados 94 botijões, sendo 42 cheios e o restante vazio. O estabelecimento, que também funciona como depósito de bebidas, não possuía Certificado de Conformidade emitido pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará e não tinha autorização da Agência Nacional de Petróleo (ANP) para comercializar o produto (GLP). Três funcionários que estavam no local foram conduzidos à Delegacia Regional de Sobral, onde foi realizado um inquérito policial por portaria, mediante o artigo 1 da lei 8.176, que diz respeito a adquirir, distribuir e revender derivados de petróleo, gás natural e suas frações recuperáveis. O material foi apreendido e conduzido a um fiel depositário.

O tenente coronel Moraes, comandante da 1ª Cia/ 3º BBM, com sede em Sobral, comentou sobre o comercio ilegal de GLP. “O Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) é uma mistura de gases derivados do petróleo, altamente inflamável, o que exige muita atenção no manuseio do botijão. Não tem cheiro, por isso um composto a base de enxofre (mercaptana) é adicionado ao gás para revelar a sua presença caso haja vazamento. O GLP não é venenoso, mas é asfixiante. Por ser mais pesado que o ar, quando há vazamento de GLP, num local fechado, este vai se acumulando ao nível do chão e expulsa gradualmente o oxigênio do ambiente, causando asfixia em quem ali permanecer”, destacou o comandante.

sspce

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