Os dirigentes estaduais do PDT aprofundam sondagens e avaliam pesquisas sobre o sentimento dos eleitores para definir, até o dia 12 de setembro, qual nome escolher para a disputa pela Prefeitura de Fortaleza. São cinco pré-candidatos – José Sarto, Samuel Dias, Idilvan Alencar, Ferrúcio Feitosa e Salmito Filho. Pode até ser que apareça mais uma alternativa – ou a alternativa, mas é pouco provável que o nome escolhido esteja fora dessa relação.


O PDT intensifica, ao mesmo tempo, as articulações políticas para ter, no primeiro turno, a companhia do PT. O PT lançou a deputada federal Luizianne Lins como pré-candidata à sucessão municipal. Luizianne, que administrou a cidade por dois mandatos, não tem apoio da ala do partido ligada aos grupos do PT que ocupam cargos na administração estadual.


Uma articulação que envolve o ex-presidente Lula, o senador Cid Gomes e o governador Camilo Santana ganha corpo para convencer Luizianne e as lideranças petistas sobre a importância do PT e do PDT estarem unidos no primeiro turno da corrida à Prefeitura de Fortaleza.


Enquanto a cúpula do PDT cuida das negociações para garantir uma boa aliança partidária, os pré-candidatos a prefeito participam de debates pelas redes sociais e passam, também, pela avaliação dos eleitores a partir de pesquisas de opinião pública. São pesquisas quantitativas e qualitativas


As pesquisas quantitativas têm um universo bem maior de entrevistados que opinam sobre expectativas em relação aos nomes postos para apreciação como pré-candidatos a prefeito. As pesquisas qualitativas, com número bem menor de pessoas entrevistadas, colhem a impressão dos eleitores, com análise sobre perfil, segurança no discurso e, por exemplo, poder de convencimento, para subsidiar uma decisão do partido em relação ao melhor nome para concorrer à sucessão do prefeito Roberto Cláudio.


A avaliação da tendência dos eleitores na pesquisa quantitativa é esmiuçada com o sentimento exposto pelos entrevistados na pesquisa qualitativa, que tem por objetivo filtrar e extrair ao máximo o perfil mais adequado – no caso eleitoral, de um candidato.

O PDT trabalha, nesse momento, essas duas frentes: uma externa, com articulação para atrair o maior número de partidos para uma coligação majoritária (prefeito e vice-prefeito), e outra interna – movimentação dos pré-candidatos que tentam se viabilizar para um dos cinco nomes ser escolhido como o candidato à Prefeitura da Capital.

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