Os debates sobre possíveis fraudes em atestados de óbito no Ceará dominaram, nesta quinta-feira (15), a sessão remota realizada pela Assembleia Legislativa. A denúncia de que médicos estariam sendo pressionados para atestar morte por coronavírus foi feita pelo Sindicato dos Médicos.
A discussão começou a partir de um requerimento apresentado pela deputada estadual Augusta Brito (PC do B) com pedido de uma reunião da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa para ouvir o presidente do Sindicato dos Médicos, Edmar Fernandes. O requerimento de Augusta é subscrito pelo deputado estadual Guilherme Landim (PDT) que chamou a denúncia como criminosa.
O Sindicato dos Médicos do Ceará denunciou que vem recebendo denúncias de que os profissionais estariam sendo pressionados a atestarem o resultado dos óbitos como “suspeita de COVID-19”, sem que se façam quaisquer exames mais precisos.
‘’Diante da gravidade da situação, a entidade apresentou um Pedido de Providência, nesta quarta-feira (13), à Promotoria de Justiça da Saúde Pública do Ministério Público Estadual do Ceará, com objetivo de investigar as informações’, destaca a nota do Sindicato.
Ceará agora