O general Eduardo Pazuello quer ser efetivado no cargo. Já vinha atropelando Nelson Teich. Seus colegas generais de ministério — Braga Netto e Eduardo Ramos — vetam. Alegam que os cadáveres do coronavírus sobrarão para Forças Armadas.
Pazuello quer o poder. Essa postura entrará na conta das Forças Armadas. É só acompanhar.
Hoje, já seriam 2 mil cargos de confiança na mão de militares.
No Governo do PT, era o paraíso dos sindicalistas. Deu problema. Agora, é a farra da farda.
Dor de cabeça à vista.
O Globo
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