
o governo estadual cumpriu o que foi acordado com os policiais. as lideranças das associações que representam os militares acabaram por ser desautorizadas após as legitimarem nas negociações e depois manifestarem descontentamento com o reajuste salarial.
A magistrada, que derrubou uma liminar, por ela mesma concedida, que impedia a prisão dos policiais envolvidos em manifestações grevistas, justifica a decisão ao definir como essencial a atuação das forças de segurança diante da proximidade do Carnaval e da necessidade de garantir a ‘paz social’.
O Tribunal de Justiça deve julgar, nesta segunda-feira, o mérito da questão: se os policiais podem ou não sofrer sanções ao se envolverem com movimentos grevistas. Policiais militares chegaram, no início do mês, a realizar manifestação na Assembleia Legislativa cobrando melhoria salarial.
O governador Camilo Santana decidiu criar uma comissão – com a participação de representantes do governo do estado, associações dos policiais militares e bombeiros representantes da Assembleia Legislativa e Ministério Público, para aprofundar estudos sobre a reestruturação salarial da corporação. Foram necessárias apenas duas reuniões para o governo e os policiais entrarem em entendimento.
A mensagem do Poder Executivo, com os reajustes dos salários, definida com base no acordo endossado pelas entidades que representam os policiais e militares do copo de bombeiros, será lida na sessão dessa terça-feira e votada nesta semana na Assembleia Legislativa.
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