Os números foram obtidos com base no que foi autorizado em gastos do orçamento de cada órgão.
Outros nove ministérios estão em situação apertada e começarão a ter que “desligar” serviços e programas por falta de dinheiro entre outubro e novembro.
Situação mais crítica:
Ministério da Infraestrutura
Agência Nacional de Aviação Civil (Anac)
Advocacia-Geral da União
Ministério de Minas e Energia
Ministério da Defesa
Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações
Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq)
Controladoria-Geral da União, Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel)
Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade)
Qual a saída?
O ministro da Economia, Paulo Guedes, e sua equipe, apresentaram ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e a um grupo de deputados, um plano para conseguir R$ 20 bilhões em receitas para desafogar o Orçamento e dar socoro aos ministérios.
O Estado apurou que Guedes é contra a mudança de meta e está buscando ampliar as receitas rapidamente, o que inclui a antecipação de pagamentos de R$ 13 bilhões em dividendos pelo BNDES e pela Caixa. Outras medidas estão sendo pensadas para evitar o apagão, como o uso de reservas e “arrecadação extra”.