Rendas de bilro, rendas de agulha. O mundo feito a mão nos mundos que chamamos Ceará.

Blog do  Amaury Alencar




O encontro número 3 da série Cidade Portátil convida para uma partilha em torno de um precioso bem público. Artes do fazer, artes do inventar a vida.
Criada por Izabel Gurgel, a série reúne a curadora com a convidada Márcia Pereira de Oliveira, museóloga do Museu Arthur Ramos.

Integrado à Casa de José de Alencar|UFC, o museu abriga duas coleções de rendas, que a maioria de nós aprendeu a ver a partir do trabalho da pesquisadora Valdelice Carneiro Girão (1926 – 2015). Seu livro “Renda de Bilro” (UFC, 1984) é um ponto|marco e fonte que não cessa de gerar enlaces na produção de pensar o mundo sobre fazeres|saberes amalgamados no fazer renda.

Izabel Gurgel parte do livro e a ele volta nos caminhos do Ceará que vai redesenhando na memória, seja uma passagem pelo assentamento Maceió|MST na praia de mesmo nome em Itapipoca; seja a relação em curso com as rendeiras|bordadeiras do labirinto em Canoa Quebrada.

Márcia Pereira de Oliveira, por sua vez, parte da dissertação de mestrado “Coleção Luiza Ramos: um Nordeste imaginado em rendas”, que realizou junto à UFRJ sobre uma das coleções do Museu Arthur Ramos.

Indo ao CCBNB Fortaleza sábado agora, leve peças de renda|com renda, e boas histórias para partilhar na roda.
Cidade Portátil
Rendas e Rendeiras do Ceará – 1
Sábado, 20 de julho de 2019
16h | com café
CCBNB Fortaleza (na biblioteca)
Rua Conde D’Eu, 560, Centro
(antigo Mercado Central)
atenção
* melhor acesso pela entrada da Rua General Bizerril (não tem escada)
** caso você tenha interesse, o CCBNB oferece certificado de participação – informe à produção quando chegar na biblioteca para o encontro


Sertão Alerta