
José Hilson Paiva, prefeito de Uruburetama. Foto: reprodução
O médico e prefeito afastado da cidade de Uruburetama, no interior do Ceará, José Hilson de Paiva, pode não responda criminalmente pelos abusos sexuais cometidos contra, pelo menos, 17 pacientes,
devido a demora de anos para denunciar o médico. Mesmo com a mudança,
em setembro de 2018, do Código Penal Brasileiro, retirando o prazo
máximo para a prescrição de um crime sexual, os abusos denunciados pelas
vítimas estão sujeitos à legislação antiga.
Segundo
a lei, apenas os abusos sexuais cometidos a partir de setembro do ano
passado não estão sujeitos ao tempo máximo de seis meses para
criminalizar o agressor. No Ceará, os abusos denunciados pelas pacientes de José Hilson aconteceram antes da data da mudança da legislação.
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