Funcionários denunciam que Instituto Compartilha não tem feito repasses do FGTS e INSS, apesar de descontar dos salários

 












A polêmica envolvendo o atraso salarial de funcionários do Instituto Compartilha ganhou mais um péssimo elemento. Contratado pela Prefeitura de Quixeramobim para administrar o Hospital Regional Dr. Pontes Neto e a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), a entidade atrasou o pagamento referente ao mês de dezembro, chegando a casa de dois meses, já que janeiro ainda não foi pago.

O atraso salarial fez com que os funcionários tivessem curiosidade para consultar seus extratos e foi informado a reportagem por alguns deles, que ao averiguarem o extrato do FGTS e INSS, descobriram que o Instituto, apesar de descontar do salário os valores mensalmente do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e da contribuição previdenciária, não estava efetuando os repasses. “Tem outras pessoas que também estão com repasses atrasados”, disse um dos funcionários que apresentou à reportagem seu extrato de contribuições e pediu para não se identificar.

Com relação ao pagamento salarial, conforme repassado ao blog, o problema não seria mais relacionado a falta de empenho, estaria no possível extravio da folha original de pagamento do mês de dezembro. Apesar do suposto ocorrido, que inviabilizaria o pagamento, teve que ocorrer uma conferência da cópia da mesma folha e desta forma não restaria mais a necessidade de encaminhamentos junto ao Ministério Público. “Sendo assim, existe a possibilidade de pagamento da folha do mês de dezembro o mais breve possível”, diz um trecho de um texto que circula entre os funcionários, no aplicativo WhatsApp, sobre uma reunião mantida com a direção de uma das unidades de saúde.

O que diz o Instituto
A reportagem buscou contato com a assessoria de comunicação do Instituto Compartilha para esclarecer tanto a ausência de repasses ao INSS e do FGTS apontado por funcionários, quanto o atraso salarial, porém, até o fechamento desta matéria, não havia encaminhado resposta.

O que pode acarretar?
O não repasse do FGTS, apesar de recolhido do salário do trabalhador, pode acarretar em denúncia na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego ou no próprio Ministério Público do Trabalho (MPT) 


             Quixeramobim Agora 

Postar um comentário

0 Comentários