O flagrante ocorreu na CE-253, na rodovia Antônio Clemente de Araújo, em Mucambo, na região Norte do Ceará.  (Foto: Demitri Túlio/O POVO)
O flagrante ocorreu na CE-253, na rodovia Antônio Clemente de Araújo, em Mucambo, na região Norte do Ceará. (Foto: Demitri Túlio/O POVO)



Temperaturas altas no mês de setembro, intensidade de ventos e vegetação seca. A combinação tem causado incêndios na Caatinga cearense. As queimadas para “limpar a terra” também espalham fogo pela mata. É comum na visualizar, na rota Fortaleza-Ubajara, propriedades ja queimadas (com o solo negro e cinzas) ou partes do bioma pegando fogo. O POVO flagrou uma queimada, na tarde desta quarta-feira, 23, na CE-253, na rodovia Antônio Clemente de Araújo, em Mucambo, na região Norte do Ceará.

O incêndio, a pouco mais de 800 metros do Posto da Polícia Rodoviária Estadual, no entroncamento de Varjota/Reriutaba/Sobral/Mucambo, tanto acontecia ás margens da rodovia (no capim seco), quanto na mata de caatinga existente depois de uma cerca.




De acordo com dados da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) e do Instituto Nacional de Estudos Especiais (Inpe), em agosto deste ano, foram mais de 250 focos de calor no Ceará. Até novembro, os incêndios naturais e as queimadas por causa da ação humana se intensificam no estado.

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Em 2019, a Funceme mapeou 20 municípios com alto risco de incêndios florestais. Segundo o site da instituição de meteorologia, o estudo nos territórios vulneráveis leva em consideração a cobertura vegetal natural, o uso e ocupação da terra, as unidades de paisagem, a pluviometria média anual é o índice de vegetação existente.

o Povo 

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