Os eleitores de Mato Grosso serão os únicos do País que não vão escolher apenas prefeitos e vereadores nas eleições de 15 de novembro. O estado também terá eleição para o Senado Federal, o que normalmente só aconteceria em 2022. A vaga foi deixada pela ex-senadora Selma Arruda (Podemos), que teve o mandato cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pelos crimes de caixa dois e abuso de poder econômico em sua campanha de 2018.
Em abril deste ano, a Comissão Diretora do Senado declarou a perda de mandato da senadora. Por decisão da Justiça Eleitoral, inicialmente a eleição para a vaga ocorreria em abril, mas foi adiada por causa da pandemia novo coronavírus (covid-19) e remarcada para coincidir com o pleito municipal.
Na disputa pelo Senado, 11 candidatos foram oficializados pelo TSE, entre eles o atual ocupante interino da vaga, o senador Carlos Fávaro (PSD), que nas eleições de 2018 foi o terceiro mais votado. À época da cassação de Selma Arruda o primeiro suplente e segundo suplente à vaga, respectivamente, Gilberto Possamai e Clerie Fabiana Mendes, não puderam assumir a cadeira no Senado porque também foram cassados. Possamai ficará inelegível por oito anos, assim como Selma Arruda.
O mandato da senadora havia sido cassado pelo TSE ainda em dezembro do ano passado. Em decorrência disso, em janeiro deste ano o então presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, decidiu que a vaga iria para o terceiro colocado. Nas eleições de 2018, foram disputadas duas cadeiras para o Senado. Em Mato Grosso, Selma Arruda foi eleita com 24,65% dos votos para uma das vagas e Jayme Campos (DEM) para a outra. O terceiro colocado foi Fávaro, com 15,80%. 


(Com informações da Agência Brasil)

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