Saiba o que muda para as cidades que entraram em Lockdown no Ceará


Durante o Lockdown, medidas mais rígidas de distanciamento são implantadas para evitar o aumento do contágio pelo novo coronavírus nos municípios, em que o isolamento social não se torna mais uma recomendação, e sim, uma obrigação da população.
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Juazeiro do Norte já se encontra em lockdown desde a última segunda-feira (22), dessa forma, as entradas e saídas da cidade receberam barreiras sanitárias, com controle do tráfego de veículos. Além disso, é restrita a circulação da população em lugares públicos, permitindo apenas, e de forma limitada, para questões essenciais, como ir à supermercados, farmácias ou hospitais. O descumprimento dessa regra pode acarretar multa.
O mesmo irá se aplicar para as cidades que o Governador do Estado, Camilo Santana, declarou um isolamento social mais rígido, sendo elas BarbalhaCrato, Brejo Santo e Iguatu. Camilo recomenda que “todas as cidades no entorno estabeleçam medidas mais restritivas”.
Sobral, assim como Juazeiro, continuará no isolamento rígido. Tianguá também entrará no roll de cidades.
Segundo o governador, a preocupação em garantir o isolamento rígido nestas regiões é que exista um tempo maior para promover a ampliação da rede de atendimento hospitalar no interior e permitir um tratamento mais eficaz aos casos mais graves de Covid-19.
O uso de máscaras permanece obrigatório em todo o Estado.

Fortaleza

Na última segunda-feira (22), a capital do Estado inciou a segunda fase do Plano de Retomada Responsável das Atividades Econômicas e Comportamentais do Governo do Ceará, sendo o único município a avançar para a etapa.
Camilo, durante a live em suas redes sociais, reforçou que embora Fortaleza prossiga nesta segunda fase do plano de retomada econômica, é preciso que os cidadãos e as empresas permaneçam respeitando as normas de isolamento social.
“Fortaleza, que já está na primeira semana da segunda fase, continuará nessa etapa, que é a abertura de mais algumas atividades econômicas. Os números de Fortaleza continuam bem, mas já acende uma luz de alerta com relação à procura de equipamentos de saúde na Capital”, afirmou.
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