
Os destinos do Nordeste despontam como protagonistas entre as escolhas dos brasileiros para hospedagem no segundo semestre de 2025. Um levantamento da Decolar, baseado nos canais de venda da plataforma, revela que 11 cidades da região figuram no ranking nacional de preferência, consolidando a força do turismo nordestino na retomada do setor.
No topo da lista, porém, estão três ícones do turismo nacional: o clima serrano de Gramado (RS), o paraíso natural de Porto de Galinhas (PE) e a energia vibrante do Rio de Janeiro (RJ). Segundo o ministro do Turismo, Celso Sabino, o crescimento contínuo da atividade comprova que o brasileiro está cada vez mais disposto a explorar o próprio país. “O turismo está movimentando o Brasil e os números mostram que o nosso setor segue em ritmo de crescimento. Continuamos trabalhando para que cada vez mais brasileiros conheçam o que o país tem de melhor”, afirmou.
Dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) reforçam essa tendência: o transporte aéreo doméstico registrou 48 milhões de passageiros no primeiro semestre de 2025, alta de 8,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. Além das praias nordestinas, destinos clássicos de inverno, como Campos do Jordão (SP) e Poços de Caldas (MG), também figuram no ranking, assim como cidades com vocação para o turismo familiar, como Caldas Novas (GO) e Olímpia (SP), conhecidas por seus parques de águas termais.
O top 5 da pesquisa traz Gramado (RS), seguido de Porto de Galinhas (PE), Rio de Janeiro (RJ), Porto Seguro (BA) e Maceió (AL). Para estimular ainda mais o turismo interno, o Ministério do Turismo mantém o programa “Conheça o Brasil”, lançado em 2023, com ações voltadas à ampliação da conectividade aérea, mobilidade entre destinos e geração de renda nas comunidades receptoras. Dentro dessa iniciativa, o projeto “Conheça o Brasil: Voando” busca democratizar o acesso à aviação civil, em parceria com o Ministério de Portos e Aeroportos e a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), fortalecendo o ambiente de negócios e a competitividade do setor.