A Executiva Nacional do PSOL definiu eixos de ação para este segundo semestre. A pauta foi divulgada nesta segunda-feira e inclui os seguintes pontos: demissão do ministro Ricardo Salles, Greve Mundial do Clima, afastamento do ministro Sérgio Moro, investigação contra Deltan Dallagnon e reforma tributária que taxe os mais ricos.
O objetivo do partido, segundo a assessoria de imprensa da legenda, é estimular a rejeição ao projeto de Bolsonaro entre amplos setores sociais. Desde o início do ano os índices de aprovação do governo caíram de 65% para 30%.
“Apesar de ser ainda um número expressivo de apoio, demonstra que há um enorme contingente de pessoas desiludidas com os resultados desastrosos do governo”, afirma Juliano Medeiros, presidente do PSOL.
“No Carnaval, milhares de pessoas repudiaram os ataques de Bolsonaro à principal festa popular do país. Em março, ocorreram as mobilizações de um ano da morte de Marielle Franco. Em abril tivemos as mobilizações contra a reforma da previdência. Os povos indígenas reuniram milhares em Brasília durante o Acampamento Terra Livre, na luta pela demarcação de suas terras. Em maio, mais de um milhão de pessoas foram às ruas, em todo o Brasil contra os cortes e ataques à educação pública”, lembra o presidente nacional do PSOL.
(Foto – PSOL)
Eliomar de Lima