Com
participação recorde de inscritos, a Universidade Regional do Cariri
(URCA) realiza a XXII Semana de Iniciação Científica da Instituição, com
mais de 3.400 participantes. Com uma vasta programação, estão sendo
realizadas, todos os dias, apresentações de trabalhos, palestras, mesas
de debates, noite de autógrafos com novos lançamentos, na quarta-feira,
23, no Pátio da Pedagogia, entre outras atrações. Durante a semana estão
sendo apresentados quase 900 trabalhos científicos.
A
Semana se configura como um dos maiores e mais antigos eventos
realizados pela Universidade, que ao longo dos anos de sua realização,
registra um crescimento representativo, chegando este ano a uma marca
histórica, conforme a Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa, que
coordena o evento.
A
semana foi aberta oficialmente na noite da última segunda-feira, 21,
pelo Reitor da URCA, Professor Francisco do O’ Lima Júnior, e o
Vice-Reitor, Carlos Kleber Nascimento, além do Pró-Reitor de
Pós-Graduação e Pesquisa, Irwin Rose, a Pró-Reitora de Extensão, Sandra
Nancy Freire.
Além
da XXII Semana de Iniciação Científica, essa é a IV Semana
Universitária, que acontece também nas unidades descentralizadas da
Universidade, nas cidades de Campos Sales, Iguatu e Missão Velha, além
da VII Semana de Extensão, que nesta terça-feira contou com programação,
no Salão de Atos, com a apresentação da Revista de Extensão, pela
Pró-reitora de Extensão da URCA, Sandra Nancy Freire, e palestra com o
Professor Me. Etevaldo Almeida Silva (UFRN), sobre Caminhos e
Trajetórias para a Creditação da Extensão nas Instituições de Ensino
Superior. A mesa de abertura contou com o Vice-Reitor Carlos Kleber, a
Pró-Reitora de Ensino e Graduação, Ana Maria, o Pró-Reitor de
Pós-graduação e Pesquisa, Irwin Rose, e a Pró-Reitora de Extensão,
Sandra Nancy, além do Palestrante da noite.
A
semana foi aberta com palestra da presidente da Associação Brasileira
de Defesa do Patrimônio Geológico e Mineiro, professora dra.
Marjorie Cseko Nolasco, que tratou sobre Bacurau ou Oblivion? Relação
entre recursos naturais, educação, ciência e tecnologia.
O
Reitor da URCA, Professor Lima Júnior, realizou a abertura do evento e
destacou a sua importância diante da realidade da ciência no Brasil.
Ainda lembrou do momento crítico, nos anos de 1980, em que a URCA tinha
debates mais democráticos, e que hoje ainda se apresenta como o espaço
de resistência. Ele destacou as contribuições de professoras que deram
início a esse trabalho, como Margarida Angélica e Terezinha Batista.
O
crescimento no número de bolsas atualmente na URCA também é bastante
representativo. Conforme o Reitor, as primeiras bolsas de pesquisas da
eram em número bastante reduzido, com 10 voltadas da Funcap e mais cinco
do CNPq. Hoje, a URCA ultrapassa a marca das 900 bolsas destinadas ao
fortalecimento da pesquisa na instituição. “Conhecer a história é
perceber a importância e a amplitude da semana, com toda a sua grade de
debates relacionados ao PIBID, graduação, pós-graduação, e extensão”,
afirma.